Sou bruxa errante, buscando conhecer e entender. Por vezes me fecho e fujo, são dúvidas, fraquezas ou inseguranças, me balançam e mexem comigo e, em meio ao caos, encontro o colo e o alento, me sinto aninhada e não me permito desistir, porque é maior, certo (para mim) e intenso. E eu sei que esta é a minha caminhada, repleta de pessoas especiais que partilham comigo, alguns rodando a roda, honrando e celebrando, fortalecendo e seguindo em frente.
Carga da Deusa do Outono
Eu Sou a lua decrescente,
a Deusa que se despede da terra.
Na Primavera, procurei o meu Senhor,
e com ele me deitei sob as árvores e as estrelas.
Em Beltane, casei com o meu Senhor,
debaixo dos primeiros ramos das acácias.
E no verão, fiz amadurecer as maçãs nos pomares,
e os frutos cresceram redondos e fortes,
como a semente no meu ventre.
Aquando da colheita do trigo,
eu abati o meu Senhor
para que, pela sua morte,
o nosso povo possa ser alimentado.
E atualmente, em Outono,
desço para o reino de baixo,
para residir com o meu Senhor no seu sombrio reino,
até que a nossa criança nasça.
No Solstício de Inverno, porei ao mundo a criança
e reviverei a vossa esperança.
E em Imbolc estarei eu mesma de regresso,
para renovar a terra.
Deixo-os, mas retornarei para vocês.
Quando virem o meu poder diminuir,
e as folhas das árvores caírem;
Quando a neve apagar, como a morte,
qualquer vestígio de mim sobre a Terra.
Então procurem-me na Lua,
e lá nos céus vereis a minha alma,
elevar-se devagar entre as estrelas.
E neste sombrio período,
quando a Lua está coberta pelas sombras.
E que não há nenhum vestígio de mim no Céu ou sobre Terra;
Quando olharem para fora
e que as vossas vidas pareçam frias, sombrias e estéreis;
Não permitem que o desespero corroa os vossos corações.
Porque quando estou escondida,
apenas estou a renovar-me;
Quando declino,
preparo-me para retornar.
Recordam a minha promessa e olhem no vosso interior,
pois lá, encontrará o meu espírito,
aguardando aqueles que me procuram;
Porque perto da fonte do vosso ser,
eu sempre espero por vós.
Tripla eu sou;
Uma em Três;
O meu corpo a Terra,
a minha alma a Lua,
e no interior do teu Ser mais profundo,
o espírito eterno,
o meu.
©Vivianne Crowley, traduzido e livremente adaptado por Brydea
Eu Sou a lua decrescente,
a Deusa que se despede da terra.
Na Primavera, procurei o meu Senhor,
e com ele me deitei sob as árvores e as estrelas.
Em Beltane, casei com o meu Senhor,
debaixo dos primeiros ramos das acácias.
E no verão, fiz amadurecer as maçãs nos pomares,
e os frutos cresceram redondos e fortes,
como a semente no meu ventre.
Aquando da colheita do trigo,
eu abati o meu Senhor
para que, pela sua morte,
o nosso povo possa ser alimentado.
E atualmente, em Outono,
desço para o reino de baixo,
para residir com o meu Senhor no seu sombrio reino,
até que a nossa criança nasça.
No Solstício de Inverno, porei ao mundo a criança
e reviverei a vossa esperança.
E em Imbolc estarei eu mesma de regresso,
para renovar a terra.
Deixo-os, mas retornarei para vocês.
Quando virem o meu poder diminuir,
e as folhas das árvores caírem;
Quando a neve apagar, como a morte,
qualquer vestígio de mim sobre a Terra.
Então procurem-me na Lua,
e lá nos céus vereis a minha alma,
elevar-se devagar entre as estrelas.
E neste sombrio período,
quando a Lua está coberta pelas sombras.
E que não há nenhum vestígio de mim no Céu ou sobre Terra;
Quando olharem para fora
e que as vossas vidas pareçam frias, sombrias e estéreis;
Não permitem que o desespero corroa os vossos corações.
Porque quando estou escondida,
apenas estou a renovar-me;
Quando declino,
preparo-me para retornar.
Recordam a minha promessa e olhem no vosso interior,
pois lá, encontrará o meu espírito,
aguardando aqueles que me procuram;
Porque perto da fonte do vosso ser,
eu sempre espero por vós.
Tripla eu sou;
Uma em Três;
O meu corpo a Terra,
a minha alma a Lua,
e no interior do teu Ser mais profundo,
o espírito eterno,
o meu.
©Vivianne Crowley, traduzido e livremente adaptado por Brydea

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