sexta-feira, 14 de agosto de 2015

SIGNIFICADO DAS VELAS

Existem muitas maneiras de usar as velas. A forma mais simples consiste em preparar a vela para um objetivo específico. Pegue um pouco de azeite de oliva ou óleo de amêndoas e esfregue vigorosamente nas palmas das mãos. Unte uma vela, passando as mãos sete vezes no sentido do pavio para a base. Esse procedimento serve para purificar a vela. Depois, repita o procedimento no sentido inverso, ou seja, da base para o pavio, assim você estará impregnando a vela com a sua energia. No caso de pedidos para o amor, uma boa dica é colocar duas velas juntinhas, escrevendo numa delas o seu nome, e na outra, o nome de seu par amoroso. Você também pode untar as velas com óleos aromáticos e específicos para a área sentimental: rosas, ilangue-ilangue ou neróli (flor-de-laranjeira) são boas opções.

POR FAVOR, RESPEITE O LIVRE ARBÍTRIO, NÃO FAÇA AMARRAÇÕES!!!

A CAIXA DE PANDORA: AS TRANSFORMAÇÕES DE UM SÍMBOLO MÍTICO


Sinopse
Publicada originalmente em 1955, esta obra-prima de erudição debruça-se sobre as variações do mito de Pandora nas artes plásticas e na literatura, acompanhando as transformações da figura mitológica que é indissociável de seu ato dramático: a abertura do vaso e a liberação dos males do universo.

Valendo-se de materiais heterogêneos – pinturas, gravuras, esculturas, logotipos editoriais, emblemas, poemas e peças teatrais – os autores procuram decifrar os sentidos diversos que o símbolo adquiriu ao longo do tempo. Originada na Grécia Antiga e relativamente esquecida pelos clássicos latinos e pela tradição medieval, a imagem ressurgiu no Renascimento, sobretudo em solo francês, migrando daí para o resto da Europa.

No curso desses trajetos, ela se associa a Eva, à alegoria da Esperança, ao corvo e a Psiqué. Dentre todas as representações destaca-se a de Erasmo de Rotterdam, que no século XVI articula a imagem da mulher ao objeto proibido.

Combinando pesquisa histórica e faro interpretativo apurado, Dora e Erwin Panofsky compõem uma interpretação que conjuga com maestria exame estilístico e perspectiva comparada. Nos termos de Leopoldo Waizbort:

“É esse interesse pela dimensão cultural, por um lado, e pelas condicionantes antropológicas, por outro, [...] que fundamenta uma história social da arte”.

sexta-feira, 19 de setembro de 2014

O CREDO DAS BRUXAS

Um universo tão rico, mágico, intenso, cheio de nuances, cores, energias... VIDA!!! A cada dia me encanta mais e mais, me envolve, apaixona, me leva para seu seio, e pulsa, pulsa, pulsa dentro de mim. 

Querida Luma Elora Aislin, obrigada pelo lindo presente, apaixonante, acolhedor, feliz.

segunda-feira, 11 de agosto de 2014

PARA ATRAIR O AMOR

A maçã do amor com cravo e canela atrai o amor e a felicidade, além de deixar um perfume delicioso no ambiente. Ideal para a área mais romântica da casa, a área do relacionamento, no Feng Shui, e no quarto. É muito simples e rápido de fazer. Os dedos vão ficar um pouco doloridos e as unhas pretas por causa do cravo, mas isso passa e o que fica é uma linda e perfumada maçã.

Para fazer, escolhe-se uma maçã, a mais bonita do mercado ou da feira, cravo (mais ou menos 100g, a depender do tamanho deles) e canela em pau. Basta espetar os cravos na maçã. É bom colocá-los bem juntinhos, cobrindo toda a fruta. Eu gosto de tirar as sementes, os cravos ficam mais bonitos, com uma forma estrelada. Depois de cobrir a maçã, espeta uns pauzinhos de canela na parte de cima, de onde sai o talo. Pode ser colocado num pratinho de barro, ou vidro, o que tiver disponível. A maçã seca, mas os cravos ficam presinhos. Não dá bicho nem exala cheiro ruim, pelo contrário, o cheirinho de cravo e canela é delicioso, deixa um clima super romântico no ambiente. É também uma ótima dica de presente exclusivo e encantador.

Atraia o amor... Espalhe a felicidade!

segunda-feira, 4 de agosto de 2014

SOBRE A MISTERIOSA CORUJA

Em homenagem à minha querida amiga Renata Machado, do blog Trilha da Magia!!, que tanto ama este lindo, forte, intenso e poderoso animal, mostrando e falando dele com tanta paixão, mostrando suas facetas e me despertando mais a admiração e respeito por ele.

segunda-feira, 28 de julho de 2014

BASTET


Durante grande parte da história egípcia, animais vivos associados a deuses foram criados nos templos, onde viviam com mimado luxo. Um crocodilo que representava o deus do Sol, da Terra e da Água descansava no tanque do templo Crocodilópolis. O íbis de Tote era guardado em Hermópolis. Uma gata que representava uma deusa da alegria e do amor vivia preguiçosamente num templo em Bast. E, quando estes animais morriam eram mumificados como seres humanos.